Archive for Outubro 2017

Opinião: Vidas Finais - As Sobreviventes de Riley Sager



 



Para sobreviver a um assassino, é preciso ter um instinto assassino.

Há dez anos, Quincy Carpenter, uma estudante universitária, foi a única sobrevivente de uma terrível chacina numa cabana onde passava o fim de semana com amigos. A partir desse momento, começou a fazer parte de um grupo ao qual ninguém queria pertencer: as Últimas Vítimas. Desse grupo fazem também parte Lisa Milner, que perdeu nove amigas esfaqueadas na residência universitária onde vivia, e Samantha Boyd, que enfrentou um assassino no hotel onde trabalhava.

As três raparigas foram as únicas sobreviventes de três hediondos massacres e sempre se mantiveram afastadas, procurando superar os seus traumas. Mas, quando Lisa aparece morta na banheira de sua casa, Samantha procura Quincy e força-a a reviver o passado, que até ali permanecera recalcado.

Quincy percebe, então, que se quiser saber o verdadeiro motivo por que Samantha a procurou e, ao mesmo tempo, afastar a polícia e os jornalistas que não a deixam em paz, terá de se lembrar do que aconteceu na cabana, naquela noite traumática.
Mas recuperar a memória pode revelar muito mais do que ela gostaria..
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Vidas finais é um thriller psicológico que chamou a minha atenção mal tive conhecimento da sua publicação.


A capa onde o vermelho se desataca entre o preto e o escasso branco cativa desde logo amantes deste género literário. Pode não parecer, mas tem implícito toda uma simbologia cuidada e emana uma clara mensagem ao leitor ... sangue ... 

O comentário de Stephen King que se destaca na capa também ajuda a aguçar a nossa curiosidade...

Quincy, blogger, é a única sobrevivente de um assassino em massa. Ela é uma das três "únicas sobreviventes" em eventos similares a par de Sam e Lisa, a quem a comunicação social apelida de "Últimas Vitimas" que apesar de partilharem esse estatuto, elas nunca se encontraram.

O livro incide sobre a história de Quincy que tenta levar a vida em frente tentando colocar o passado para trás das costas.

Contudo existem dois grandes problemas, o primeiro é que não consegue explicar o que aconteceu naquele fim-de-semana quando todos os seus amigos foram assassinados e ela, por milagre, conseguiu fugir e ser resgatada por um policia. 

Há algo de "não resolvido" para poder seguir realmente em frente.

Após o incidente a polícia ficou com sérias reservas ao que foi narrado por Quincy, com as suas incongruências e com a forma como Quincy se refugia atrás da sua conveniente perda de memória. 

Aliás esta perda de memoria é uma das linhas narrativas que mantem o leitor em constante duvida.

Após Lisa morrer de aparente suicidio aparece o segundo problema: Samantha. Sam resolve visitar Quincy e desde logo é fácil antecipar problemas pois esta personagem apresenta-se problemática e com traumas profundos. Ela não só revela o pior de si como pode levar Quincy a revelar-se e sair da sua área de conforto! 

Para complicar o enredo surgem dúvidas quanto ao suicídio de Lisa!

Gostei especialmente da forma como o autor Riley Sager (pseudónimo e primeiro livro sob o mesmo) deixa o leitor no escuro. Há autores que optam por intencionalmente ir doseando a informação para o leitor, escondendo um ou outro detalhe relevante. Neste caso o autor opta por uma vertente diferente, a própria Quincy não sabe o que aconteceu e este facto dá lugar a tantas e tantas especulações. "Como a dizer, a culpa não é minha é a personagem que não se lembra."  :) 

A história dispõe de flashbacks, trechos do fim-de-semana da cabana, episódios que ansiamos durante a leitura para esclarecer as nossas duvidas. São momentos em que nós mergulhamos procurando indícios do que realmente aconteceu naquela cabana.

É um livro onde as incertezas, inseguranças, mentiras e fragilidades são expostas. Onde todas as particularidades de uma pessoa que passou por um evento traumático têm de ser consistentes, coerentes e de grande rigor. Onde a culpa e incompreensão têm um papel tão vincado que seja visceral.

Lembra-me um dos livros de Gillian Flynn, uma das minhas autoras preferidas, onde a autora inside sobre a mesma temática: a única sobrevivente. Não é um tema fácil mas é grandioso quando bem feito.

Foi uma boa leitura que recomendo


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Passatempo: Desapareceram… de Haylen Beck




Editoral Presença em parceria com o Blog Livros e Marcadores, oferece um exemplar do livro " Desapareceram… de Haylen Beck"  a um dos participantes neste passatempo. 


- Só são aceites participações de Portugal válidas (respostas correctas)
- Apenas uma participação por pessoa
- São aceites participações até dia 29 Outubro.
- A editora não se responsabiliza por eventuais extravios.



Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


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Desapareceram… de Haylen Beck


«Uma das melhores estreias literárias do ano. Recomendo vivamente.»
Harlan Coben, autor bestseller do New York Times
 
Para mais informações consulte o site da Editorial Presença aqui.


Audra anseia chegar à Califórnia.

Finalmente arranjou coragem para fugir do marido que a maltrata, podendo assim proporcionar a si e aos seus dois filhos um novo começo. Juntamente com Sean e Louise, atravessa o país, por estradas secundárias , discretamente e com toda a cautela para não chamar a atenção.


Quando um inquietante xerife a manda parar em pleno deserto do Arizona, Audra faz tudo para se manter calma e esconder o nervosismo. Tem mesmo de o fazer. Mas, ao revistar a carrinha de Audra, o xerife tira da bagageira um saco com marijuana que ela nunca tinha visto e o seu estado de nervos transforma -se em pânico.


Ela julga que aconteceu o pior.


Mas está enganada. O pior ainda está para vir.


Com um ritmo de tirar o fôlego e de um suspense implacável, Desapareceram... é um thriller perfeito sobre a luta de uma mulher contra o mal inimaginável para salvar o que há de mais importante na sua vida. Chocante até à última página..


 
Haylen Beck é o pseudónimo de Stuart Neville, um conhecido autor de romances policiais internacionalmente aclamado e premiado. Foi distinguido com o Los Angeles Times Book Prize pela série policial protagonizada por Serena Flanagan, cuja ação decorre em Belfast, e foi nomeado para o Edgard Award. As suas obras têm figurado nas listas dos melhores livros do ano de diversos jornais, como o New York Times, o Los Angeles Times e o Boston Globe. Os romances que assina como Haylen Beck decorrem nos EUA e são inspirados pela sua admiração pela ficção policial americana.

Desapareceram... tem direitos de tradução vendidos para publicação em diversas línguas, tendo os direitos cinematográficos sido adquiridos pela Random House Studio em conjunto com a Meridian Entertainment.

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A Próxima Vítima de Hakan Nesser

«Sager faz um excelente trabalho do início ao fim, deixando os leitores sem respostas até à reviravolta final. A nova voz do thriller psicológico.»
Kirkus Reviews
Sem pistas, sem suspeitos, sem solução à vista.

Quem será a próxima vítima?

Kaalbringen. Uma pequena cidade costeira na Suécia. Toda a gente se conhece. Toda a gente confia no seu vizinho.
À noite, ninguém fecha a porta de casa. Até que surgem, em rápida sucessão, dois cadáveres. Ambos os homens foram assassinados.
Ambos foram, ao que parece, atacados com a mesma arma: um machado. A polícia local está desesperada.

O inspetor Van Veeteren é chamado ao local, mas nem ele consegue uma solução imediata para o problema. O assassino, aparentemente, não cometeu erros. Quando um terceiro cadáver surge, todos redobram esforços, mas a informação disponível é praticamente nula. Van Veeteren e a polícia não sabem o que fazer. Já seguiram todas as ideias e investigaram todas as pistas, mesmo as mais vagas.

Apenas quando uma das agentes da polícia local desaparece, sem deixar rasto, é que Van Veeteren percebe que o assassino está a jogar um jogo. E que ele é o seu adversário. .


Håkan Nesser é um escritor sueco, autor de mais de 20 livros, sobretudo policiais, já traduzidos para 20 línguas.

A sua obra tem sido galardoada com vários prémios, entre os quais o Ripper (Melhor Ficção Policial Europeia), o Prémio da Academia Sueca de Literatura Policial e ainda o prémio Glass Key (Melhor Romance Policial da Escandinávia).



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A Única Filha de Anna Snoekstra

«Uma trama vertiginosa e repleta de reviravoltas que fará com que qualquer fã de thrillers não consiga parar de ler.»
Booklist
2003. Uma adolescente desaparece.

Rebecca Winter é uma rapariga de 16 anos que desfruta tranquilamente das suas férias de verão quando coisas estranhas começam a acontecer ao seu redor: encontra sangue na cama, apercebe-se de um vulto no quarto e sente-se constantemente observada.
Um dia, Rebecca desaparece sem deixar rasto.

Onze anos depois, alguém assume a sua vida.

Em 2014, para evitar ser presa, uma mulher muito parecida com Rebecca faz-se passar por ela, conseguindo convencer toda a gente.

Retoma, assim, a vida de Rebecca, mas rapidamente se apercebe de que a família e os amigos da rapariga desaparecida não são quem parecem ser.
E torna-se óbvio para ela que a pessoa responsável pelo desaparecimento de Rebecca ainda está à solta e que a sua vida corre perigo.

Conseguirá a impostora descobrir a verdade por detrás do passado de Rebecca e fugir ao mesmo trágico destino?

Um thriller intenso e misterioso sobre os piores segredos que procuramos esconder dos outros… e até de nós próprios.


Anna Snoekstra nasceu em Camberra, na Austrália, em 1988. Estudou Escrita Criativa e Cinema na Universidade de Melbourne, frequentando posteriormente o curso de Guionismo no Instituto Real de Tecnologia de Melbourne.

Após concluir o ensino superior, Anna Snoekstra começou a escrever guiões para filmes independentes e para peças de teatro, tendo escrito também uma série de contos que foram publicados e premiados.

A Única Filha é o seu primeiro romance, que já foi publicado em mais de dez países.

Atualmente, vive com o marido e o seu gato, dedicando-se à escrita a tempo inteiro.  
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